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terça-feira, 17 de março de 2026

10 dicas para a convivência entre crianças com Síndrome de Down e cães

 

 Olha só que legal que a equipe do Patinhas Urbanas enviou para ser publicado no nosso bloguinho, uma postagem escrita pelo fundador honorário Richard Zago sobre o Dia Mundial da Criança Com Sídrome de Dow. Eu adorei o conteúdo!

10 dicas para a convivência entre crianças com Síndrome de Down e cães

Especialista em comportamento canino destaca que vínculo saudável depende de preparo do animal e participação ativa da criança e da família. Veterinária explica o vínculo entre a profissão e os cuidados de uma criança atípica

A convivência entre crianças com Síndrome de Down e cães, cada vez mais comum, pode trazer benefícios emocionais e sociais, desde que seja construída com orientação adequada, respeito às individualidades e acompanhamento profissional. Para marcar o Dia Mundial da Síndrome de Down, celebrado em 21 de março, Richardson Zago, especialista em comportamento canino, fundador da Zago Adestramento e fundador honorário do Patinhas Urbanas, elenca dez pontos essenciais para que essa relação seja segura, saudável e positiva para todos os envolvidos.

“Não existe treinamento padrão quando falamos de convivência com pessoas que têm características fora do convencional. O trabalho precisa ser feito em conjunto, com a criança participando, para que o cão entenda o que será natural e comum naquele relacionamento”, afirma Zago. Para a Dra. Emiliana Gallo, veterinária e mãe da Lara, de 7 anos, o nascimento da filha atípica ressignificou sua trajetória profissional. Ao longo da carreira, sempre conviveu com animais resgatados, muitos com limitações físicas ou comportamentais, e aprendeu que o ponto central do cuidado é o respeito às individualidades.

“Como especialista, entendi que nenhum ser deve ser definido pela diferença. O que todos precisam é de adaptação, limites claros e acolhimento”. Segundo ela, a convivência entre crianças, sejam atípicas ou não, e animais exige supervisão constante. “Nem a criança nem o animal compreendem sozinhos até onde podem ir.

 Cabe ao adulto orientar e garantir segurança para ambos. No caso da Síndrome de Down, que é a minha experiência pessoal, percebo a Lara como uma criança muito mais afetiva. Ela abraça mais, beija mais, gosta de toque e de carinho. Em alguns casos, esse afeto pode ser exagerado para determinados animais, que podem reagir de forma defensiva, arranhando ou mordendo.


Como mãe, Emiliana destaca que o vínculo pode ser extremamente positivo, desde que construído com 
orientação.

 “Com o animal não existe cobrança de fala ou desempenho. É uma troca de afeto, no tempo da criança. Mas tudo precisa ser mediado com responsabilidade”.

De acordo com Zago, existem algumas orientações que facilitam essa convivência:

1. A criança precisa participar do processo de adaptação

O treinamento não deve ser feito apenas com o cão. A criança precisa estar presente para que o profissional consiga observar interações, gestos, formas de carinho e limites reais daquela relação.

2. Cada pessoa tem capacidades diferentes

Idade, nível de compreensão, autonomia e comunicação variam muito entre pessoas com Síndrome de Down. O treinamento deve respeitar essas diferenças, sem pressupostos ou generalizações.

3. O cão deve ser treinado para a realidade da família

Não faz sentido preparar um animal para uma rotina que não será vivida. O treinamento precisa refletir o cotidiano real da criança e da casa.

4. Interações precisam ser ensinadas

Comandos, brincadeiras, formas de carinho e até o modo de chamar o cão devem ser ensinados tanto para a criança quanto para o animal, de forma simples e funcional.

5. O foco é adaptação, não imposição

O cão é altamente adaptável, mas precisa ser conduzido para entender limites, padrões de comportamento e expectativas reais da convivência.

6. Gestos e intensidade importam

Algumas crianças podem ter movimentos mais intensos ou repetitivos. O treinador precisa avaliar se o cão aceita toque frequente, abraços ou contato mais próximo.

7. Não existe raça ideal universal

A escolha do cão deve considerar o perfil da criança. Animais mais tolerantes ao toque e à proximidade tendem a se adaptar melhor, mas não há regra fixa.

8. Raça não substitui avaliação comportamental

Mesmo dentro de uma mesma raça, há variações de temperamento. O comportamento individual do cão é mais relevante do que o rótulo da raça.

9. Cães de guarda ou funções específicas exigem cautela

Animais com forte instinto de proteção ou trabalho não são indicados para qualquer perfil familiar, especialmente quando essa aptidão não será utilizada.

10. O vínculo precisa ser construído com orientação

A convivência bem-sucedida não acontece por acaso. Acompanhamento profissional reduz riscos, evita frustrações e fortalece a relação entre criança, cão e família.

“É sempre um ajuste fino. Avaliamos o que a pessoa consegue fazer, o que o cachorro precisa e como unir essas duas realidades de forma segura e equilibrada. Esta pode ser uma experiência rica em afeto, aprendizado e desenvolvimento emocional. Para isso, informação, preparo e respeito às individualidades são fundamentais, tanto do ser humano quanto do animal”, finaliza Zago.


No ano de 2022 , uma das primeiras postagens do nosso bloguinho " Humanos e Suas Bicharada" foi sobre cães em um projeto de curso de pedagogia da minha priminha , na ocasião as duas cadelas que ela ganhou visitaram uma escolinha de educação infantil. clica para ver as fotos do projeto e relembrar a postagem . 👇

PROJETO MEU QUERIDO ANIMAL 

quarta-feira, 16 de julho de 2025

A área da psicologia que estuda o esquecimento

 

A área da psicologia que estuda o esquecimento das palavras é a letologia, o cérebro trabalha em um processo cognitivo em relação ao outro quando comunicamos, bem como este órgão armazena informações ao longo da vida. 

Você já tentou lembrar de alguma coisa, mas esqueceu? isso é muito comum com as palavras, as vezes tentamos lembrar de alguma coisa mas nos perdemos e esquecemos, isso acontece porque as palavras não são dotadas apenas dos fonemas, os sons. As palavras também possui sentido, e dentro do cérebro humano um milhão de coisas vem a cabeça relacionada aquela palavra, são imagens, momentos, referências de palavras similares, e até o sentido para que lhes é atribuída. 

Quando somos crianças o cérebro realiza uma tarefa que chamamos de cognição, os adultos também são dotados de sentidos cognitivos, mas na criança os sentidos cognitivos gravam aspectos motores que jamais são esquecidos, é por esse motivo que alguns estudiosos afirmam que traumas de infância podem ser mais difíceis de serem superados do que para os adultos já que, por exemplo, é difícil para um adulto voltar a andar depois de uma lesão cerebral por exemplo, nas crianças também é mais fácil a recuperação de lesões físicas já que as células se regeneram com maior agilidade do que no adulto. 


Não dá tempo de lembrar a palavra!

Bom, mas o ato de esquecer vem sendo a muito tempo estudado por uma área da psicologia chamada Letologia, a Letologia atribui o esquecimento ao tempo levado para responder a ação, ou seja não dá tempo de pensar na palavra em meio a todas as correspondências ou janelas abertas, a resposta dos sentidos envolve o sentido de cognição ou seja produção do som , fonema, para que a palavra possa ser dita. 


O Rio do Esquecimento 

O nome Letologia vem da palavra grega Lete, que corresponde a uma lei da pré-história onde os homens acreditavam que as almas poderiam reencarnar, desta maneira Lete é um rio de onde todas as almas bebem antes de chegar a este mundo, após beber do rio as almas dos mortos não se lembram nada do que é passado e estão prontas para uma nova vida na terra. 

sexta-feira, 6 de setembro de 2024

Paraolimpíadas e Ginástica Artistica

 

Eu estava aqui vendo as apresentações de ginástica artística nas olimpiadas 2024, e na sequencia de vídeos eu assisti uma apresentação solo de uma ginasta com sindrome de Daw, agora não me lembro o nome da ginasta, então fiquei super interessada em saber mais sobre o assunto, e pensei que a ginástica artisitica e ritmica eram esportes paraolímpicos, qual foi minha surpresa quando eu soube que estas duas modalidades não fazem parte das paraolimpíada. 

Veja as modalidades paraolímpicas informadas no google: 

  • Atletismo;  
  • Basquetebol em cadeiras de roda;
  • Boccia; 
  • Canoagem; 
  • Ciclismo; 
  • Equitação;
  • Esgrima; 
  • Futebol (5)
  • Judô; 
  • Natação; 
  • Halterofilismo; 
  • Rugby;
  • Tkwondo; 
  • Tênis; 
  • Tênis de Mesa; 
  • Tito; 
  • Tiro em arco; 
  • Tênis em cadeira de roda; 
  • Tiro com arco; 
  • Vôlei sentado. 

A Ginástica Artística e Ritimica praticada por Sindrome de Dow

Então eu fui buscar na internet e achei muitas instituições que utilizam a ginástica artística para o trabalhar com Síndrome de Dow. Veja, vídeos de ginastica praticada por atletas especiais: 




Ginástica Ritmica- Grupo que compete no mundial

Ginasta Americana Com Sindrome de Dow








sábado, 10 de fevereiro de 2024

Primeiro Humano a Vencer Tetris

 

Willian Gibson um adolescente americano de 13 anos de idade é o primeiro humano a vencer tetris, é incrível! Mas, Willian Gibson tinha o objetivo de provar que tetris era um jogo sem fim, por isso ele teria que vencer o jogo para provar que não tinha fim , e sozinho no seu quarto resolveu transmitir a partida para seguidores do mundo inteiro. 

 O final desta história é surpreendente e o adolescente chega a fase 99 e ao vencer o jogo ele recebe a informação da tela de seu computador " Você venceu tetris!". O jogo criado na década de 70 deixa de distribui peças quando chega ao final, o problema é que nunca foi vencido e por isso todos pensavam que ao chegar ao final os cubos era redistribuídos, Willian Gibson tentava provar esta teoria, mas acabou sendo o primeiro ser humano a vencer tetris e vibrando muito junto com a arquibancada de seguidores. 




domingo, 5 de junho de 2022

Será que comer muito doce faz mal a saúde? Comer Alimentos Industrializados Prejudicam o Sistema Nervoso? Da pra controlar a merenda e comer doce apenas um dia da semana ?


Todo mundo já ouviu dizer que comer doces faz mal a saúde, a mamãe vive dizendo isso, ou é porque engorda, ou porque vai fazer mal ao estomago, são diversas as razões que não permite que as crianças comam doces todos os dias.

A melhor maneira de evitar os males que o doce pode causar é a conscientização, os adultos conscientizam as crianças de que alguns doces podem fazer mal, e as crianças devem ficar atentas ao que é consumido na hora da merenda.


Mas afinal, comer doces faz mal a saúde e causa hiperatividade?

Não só os doces mas os alimentos industrializados em geral podem fazer muito mal a saúde das crianças, a primeira vez que isto foi constatado e pesquisado no ano de 1970 um médico chamado Beijamin Feigon identificou que as crianças que comiam muito doce apresentavam mais irritabilidade e ansiedade.

Dos anos 70 até 2019 muita coisa foi descoberta, além disso cresceu o número de crianças obesas no planeta, isso porque as pessoas preferem comer alimentos industrializados pois são mais rápidos de serem fabricados, sem pensar os males que isto pode causar para a criança e também para os adultos. Este estudo pode ser considerado um início dos estudos da hiperatividade nas crianças. 



No Brasil as crianças que comem muito doce também são mais ansiosas?

No Brasil um estudo recente mostrou que as crianças que comem muito doce industrializado também são mais ansiosas, mas a pesquisa foi além mostrando que a deficiência de zinco por exemplo pode causar dificuldade na escola, além do zinco outros nutrientes são fundamentais para o bom funcionamento do cérebro, como o ferro encontrado no feijão.

O japão é um país referência em alimentação infantil, la é comum as crianças levarem Gorrá na lancheira, o Gorrá são bolinhos de arroz , é comum também para as mães fazerem carinhas e desenhos utilizando o Gorrá e os Legumes, os Japoneses fazem desenhos coloridos para as crianças se sentirem motivadas a fazer a refeição.


Como evitar os males causados pelo consumo excessivo de alguns alimentos?

As vezes dizer não para o doce não é o melhor remédio, afinal a criança não come doce mas se alimenta mal, e também não consome feião, ovos, legumes e frutas que faz bem a saúde, a rotina cada vez mais estressante da vida moderna faz com que os adultos e crianças comam muitos alimentos industrializados que faz mal a saúde.

A melhor maneira de evitar problemas com a alimentação e consumo excessivo a aditivos industrializados é ler o rótulo das embalagens, muitas marcas famosas de alimentos já estão preocupada com os consumidores que necessitam de alimentos mais saudáveis, por isso é necessário ler o rótulo.


Qual alimento é o melhor para a criança?

Os doces caseiros também podem ser excelentes fontes de energia para a criança, por exemplo brigadeiro preparado pela mamãe, doce de banana que é uma delícia, evite consumir alimentos industrializados e se for inevitável diminua o consumo de alimentos industrializado para uma vez por semana por exemplo, isso pode diminuir bastante a ansiedade da criança. 

Para ter mais foco nos estudos consuma alimentos rico em minerais como o zinco e o ferro, Feijão é uma excelente fonte de ferro, Ovos, Aveia e Peixes. 

domingo, 29 de maio de 2022

O que é dislexia?


 Este ano terminei de escrever meu trabalho de conclusão do curso de pós- graduação em psicopedagogia, além de redatora e de ter escolhido a área de comunicação social, eu fui professora em escolas estaduais por um período que eu gostaria que fosse maior, mas enfim por diversos motivos eu acabei não atribuindo sala de aula, mas ainda penso muito em voltar, fiquei indecisa sobre o que escolher para fazer a pós graduação, acabei optando por dois cursos diferentes de pós graduação em psicopedagogia e arteterapia. 

Depois de trabalhar como professora de ensino médio e fundamental II eu fiz estágio em pedagogia, estava decidida a seguir a área de educação, e pensava em trabalhar um pouco com as primeiras séries, fiz um curso de licenciatura para bacharéis e depois uma segunda licenciatura em pedagogia que me habilitou a trabalhar com as primeiras séries, ao mesmo tempo minha mãe conseguiu um emprego em uma escola com sala de apoio, aos poucos este universo começou a fazer parte do nosso cotidiano e eu aprendi bastante coisa. 

Apesar de ter conhecimento sobre as deficiências e necessidade de inclusão eu não compreendia como algumas crianças não conseguiam ler com tanta rapidez quanto as outras, aqui em casa minha mãe sempre diz que cada criança tem seu tempo, cada um gosta de fazer uma coisa ou outra e ninguém é igual, desta maneira fui conduzindo as coisas pensando que um dia tudo ia se ajeitar. 


A Dislexia 

Mesmo tendo uma sala de apoio na escola onde eu também trabalhei de fato eu nunca tive contato com uma criança com dislexia, do tipo " tenho um relatório e sou mesmo dislexico", a dislexia é algo muito difícil de ser diagnosticado, já que a criança parece ter dificuldade em aprender a ler no início, o professor pode ignorar o fato e pensar que as coisas vão se resolver, mas é muito comum a criança desistir da escola e ser apoiada pelos pais já que a dislexia pode ser algo hereditário, então é possível que existam adultos com dislexia que não exigem de seus filhos a frequência nas aulas.

A criança desiste da escola e fica em casa assistindo tv, o problema é que a falta da frequência nas aulas gera despreparo no adulto que acaba por optar por funções de salários menores no mercado de trabalho, a Associação de Dislexia do Brasil informa que são poucas as pessoas que recebem o tratamento adequado para este transtorno e na maioria das vezes não sabem que se trata da dislexia o motivo pelo qual não conseguem ler. 

No ano de 2020 foi ao ar a novela " Salve-se quem puder" onde o personagem Bruno é indicado para o cargo de copeiro de um restaurante, logo se destaca na função, mas um obstáculo impede que Bruno se torne garçom, são as comandas, além da dislexia Bruno também tem disgrafia e sua letra é ilegivel, a personagem Micaela, dona do restaurante, busca ajudar e indica um médica para auxiliar Bruno. 


Materiais de Áudio são Improntantes 

Também Clarissa que é a personagem que ilustra este conteúdo foi mostrada na novela "Duas Caras" Clarissa tem problemas para ler por isso precisa da ajuda da mãe para estudar para o vestibular, ela quer ser professora. 

Os materiais de áudio são muito importantes para a criança com dislexia, ao escrever o meu trabalho de conclusão de curso me dei conta de que poucas vezes eu tinha falado sobre áudio livros no blog, comecei a postar conteúdos sobre áudio livros que podem ser uma maneira interessante de despertar o interesse da criança com dislexia. 

É importante também que a escola indique conteúdos de vídeo e áudio relacionado a matéria que está sendo aprendida, estes conteúdos podem ser encontrados na internet, no youtube ou mesmo aplicativos que oferecem áudio livros gratuitos. 


O que é dislexia? Como Tratar? 

A dislexia não é doença é um transtorno da leitura que está relacionado ao neurônio, desta maneira pode estar relacionado também ao alzheimer em pessoas idosas, a criança quando aprende a ler ela passa a decifrar o código com facilidade, os psicopedagogos chamam isto de desenvolvimento da coordenação motora fina, o nervo neural que é um fio começa a ficar mais grosso, assim como os músculos do corpo quando a pessoa pratica exercício de musculação, no alzheime o fio se afina e se perde por ocasião da idade. 

Na dislexia existe uma dificuldade deste fio assumir uma densidade suficiente para que o indivíduo decodifique o código com facilidade, em um outro tempo se não houvesse tanta necessidade de leitura este fato poderia passar desapercebido, mas na atualidade e com o desenvolvimento da ciência e neuropsicopedagogia este fator se tornou importante para o estudo do desenvolvimento da coordenação motora fina. 

Com o tempo o neurônio ganha maior densidade, por isso a pessoa com dislexia aprende a ler mais tarde do que o esperado e pode levar uma vida normal, o importante é que tenha conhecimento e não sofra por isso a ansiedade e depressão pode atrapalhar muito uma pessoa com dislexia. 


Como Tratar a Dislexia? 

A ABD é a Associação Brasileira de Dislexia, uma crítica feita ao Brasil é que são raros e pouquíssimos os casos de disgnósticos da dislexia, em meu trabalho eu falo sobre a falta de psicopedagogo que atuem na área clínica, este profissional é responsável pela confecção do relatório que atesta a dislexia para a escola, além do neuropsicopedagogo e pedagogo o professor com formação graduação ou pós graduação poderá fazer a confecção do relatório para atestar a dislexia. A sala de apoio também pode auxiliar a criança no tratamento oferecendo reforço escolar. 

Em ocasião da falta de psicopedagogos pós- graduados que atuem na área clínica foi criado no Brasil a Graduação em Psicopedagogia que oferece o curso de psicopedagogia de nível superior para pessoas que desejam trabalhar em consultórios e salas de apoio, além do atendimento da dislexia este profissional pode também trabalhar com as deficiências sindrome de down, altismo e outras. 




Adoção de Animais

  Hoje recebi uma pauta sobre a adoção de animais, eu gosto de cachorro de raça e incrivelmente meus cachorros sempre são bonitos e semelhan...