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quarta-feira, 23 de abril de 2025

Aspectos Culturais que interferem na criação de animais

 

Se por um lado nos Estados Unidos da América aparentemente os animais e genes são comercializados a qualquer custo, de outo o Brasil parece manter uma hipocrisia que não permite a inseminação de animais para fins comerciais, no entanto é permitida a comercialização e até clonagem de bois , galinhas e porcos .


A explicação está na cultura de ambos os países, desta maneira nos Estados Unidos a criação do Guia de Raça aconteceu aconteceu em 1.890 com o primeiro censo que fez um levantamento das raças de cães que viviam no território americano, no ano de 1877 os Estados Unidos da América já manifestava-se contra a crueldade com os animais na cidade de Nova York. 

A Associação de Cinofilia Brasileira e outras pesquisas internacionais guiam-se pela criação deste catálogo de raças caninas. 


Como é a comercialização de Animais nos Estados Unidos da América?

 No princípio nos Estados Unidos da América o objetivo era manter os animais domésticos ou petz seguros e garantir conforto, assim foi permitida a comercialização de animais no Estados Unidos mas também criando alternativas que ofereçam conforto e comodidade para estes animais, de acordo com estudos sobre comportamento. 


Os Americanos também se opõe a exposição em vitrines, e em alguns distritos a comercialização de animais é proibida por ocasião de estarem sujeitos a maus tratos , ficando anos presos em vitrines de pet shop, já em outros distritos as leis são menos severas o que permite a evolução do cruzamento para pesquisas genéticas. 

Também existem distritos que assim como no Brasil não é permitida a terceirização, ou seja , é permitido a criação para fins comerciais , mas não é permitido ao criado vender o animal para uma loja que repasse ao tutor.

No Mississippi é comum os criadores de animais de raça, e também a identificação de novas raças.


Como é o RG Animal dos brasileiros?

O Brasil não criou um Guia de Raças e os poucos criadores de raças de cães do Brasil se orientaram pelo catálogo americano, apesar disso os cães e gatos fazem parte do cenário brasileiro, as famílias continuam adotando cães de estimação independente da raça . 

Na década de 70 foi criada as plaquinhas de identificação e o governo passou a promover campanhas de incentivo para que os animais não ficassem nas ruas e que os donos cuidasse dos cães, isso já era recorrente na américa,

A obrigatoriedade da utilização de coleiras no Brasil foi com o mesmo objetivo dos Estados Unidos da América , no entanto nos Estados Unidos o RG seguia padrões da raça que eram identificadas de acordo com o catálogo. 



Qual a relação cultural na identificação das raças para os EUA e no Brasil?

Na América  os cães de raça recebem um RG que informa a raça de acordo com o Pedigree, quando um animal não possui características da raça é necessário comprovar parentesco ou ninhada, caso não seja possível esta comprovação os cães são registrados como SRD. 

Aqui no Brasil o pedigree somente é comprovado caso haja necessidade de reprodução do animal para comercialização, o quesito raça é mais um requinte do nosso RG Canino.



Qual é a relação entre inseminação artificial, clonagem e a criação de um Guia de Raça?

Os Estados Unidos tem desenvolvido pesquisas avançadas sobre genoma de animais , as características iniciais do DNA de PETZ são identificadas de acordo com as características físicas , origem e ancestralidade, bem como a relevância da miscigenação das raças de cães. 

As leis que determinam a inseminação artificial e também clonagem datam do final do século XX e inicio do século XXI e foram criadas de acordo com as considerações da comunidade cientifica.

Por ser mais recorrente a comercialização de animais nos Estados Unidos da América as leis americanas permitiram a identificação de genes , conseguindo apoios financeiros de empresas e patrocínio. 

Já no Brasil a lei não permite a terceirização, ou seja é possível reproduzir animais de determinada raça , mas não é possível exportar ou vender para uma loja que fará uma revenda, no entanto esta lei só se refere a petz cachorro, aves, peixes e outros e não se estende para bovinos , suinos  e aves. 

O Brasil é o maior exportador de sêmen de boi, o país também permite a clonagem de bois e outros animais para comercialização internacional, no entanto a lei restringe a comercialização de petz. 



 

quinta-feira, 19 de setembro de 2024

Pinscher o Mine Cão Doberman| Saiba porque o ser humano reduziu o tamanho dos animais

 



Eu sempre tive a dúvida e curiosidade de saber se o Pinscher é mesmo um cão bravo, e escrevendo sobre cães acabei descobrindo que o Pinscher é resultado da manipulação genética das raças criandoum mine doberman, inicialmente já que o pinscher também pode ser um mine rotiweiller, parece que por volta de 1.700 e 1800 ter mine cão bravo estava na moda, o primeiro cão pinscher é resultado de uma mistura de raças darshund (cofape ou salsicha) com um doberman. 

Atualmente pensamos que a redução do tamanho do animal é um capricho do homem moderno para ter sempre consigo como se fosse um acessório doméstico, na idade média e período arcaico isso de fato aconteceu, mas a manipulação da genética do animal por meio do cruzamento não foi apenas um capricho do homem. 

As raças de companhia como é o caso do poodle sempre estiveram junto dos seres humanos e são responsáveis pela crença de que o cão sempre foi o melhor amigo do ser humano, e isto de fato é verdadeiro, porém existiam na pré-história raças de cães gigantes que ofereciam risco para os humanos, dado o seu tamanho, em especial em regiões nórdicas da Dinamarca os cães eram muito grandes um exemplar de cães encontrados nesta região é o "Alemão Dinamarquês" Scooby Doo . 


Manipulação do Tamanho dos Cães 

A manipulação no tamanho da raça tem início com o objetivo de reduzir o tamanho deste animal, oferecendo menos riscos a humanidade, e era realizada livremente por mentes brilhantes e cientistas que viam a possibilidade de manter os animais junto dos seres humanos diminuindo os riscos, apenas famílias afortunadas e membros da nobreza tinham oportunidade de ter como mimo estes pequenos animais. 

Neste mesmo período observou-se a separação das famílias e espécies de animais, em grupos de mesmas espécies e famílias, identificando por exemplo que o lobo apesar de ser um parente próximo do cachorro ele não é de mesma espécie e o cruzamento entre os dois não é possível, apesar disto outras espécies encontradas por exemplo na américa latina o Chuaua e na china o Pequinês são animais  pertecente aos canideos ou família canidae capazes de se reproduzirem entre si. Acho interessante pensar que nada se sabia e até que isto ocorresse a humanidade poderia confundir um  rotweiller com um lobo.

Com o passar dos anos esta manipulação genética passou a ser vista como pavorosa, já que a maioria das espécies de tamanhos gigantes desapareceram e estão extintas, porém foi a partir destes estudos que a humanidade separou a família e grupos de animais e plantas, o pinscher se tornou um mimo e se popularizou nos anos 80 com o filme "O poderoso chefão". 

domingo, 24 de março de 2019

Raças são determinadas por GENES| Conheça as variações genéticas que são determinantes para características de algumas raças

Fonte: Folha Uol 12/01/2010
Fonte: Folha Uol 12/01/2010


O Cientista Mark Neff da universidade de Danis na Califórnia identificou variações em GENES de Cães de Espécie Canides Familiares, a pesquisa tem como objetivo confirmar hipótese relacionadas a raças de cachorros e identificar variações que possam ocorrer em seres humanos para no futuro determinar a cura para doenças.

A primeira hipótese comprovada pelos pesquisadores da Universidade de Davis é que uma alteração no gene HGMA2 causa nanismo em humanos e cães, por isso alguns cachorros apresentam um tamanho de filhote, a variação que em humanos é considerada uma doença para os cães pode ocasionar a displasia coxofemoral. 👉Veja Artigo Displasia Coxofemoral 


Como um cão pode ser afetado pelo gene?

Na verdade os cães apresentam o gene HGMA2 sem que os criadores percebam, os cientistas acreditam que os criadores durante séculos vem fortalecendo o gene com o objetivo de deixar os cães cada vez menores, podendo causar alterações em cruzamento que pode ser prejudicial para as raças de cachorros, apesar do cruzamento entre SRD (Sem Raça Definida) ser livre os males causados pela alteração no gene HGMA2 não são tão comuns em SRD que costumam apresentar mais albinismo do que cachorros de raça.


Por que o Shar- Pei tem a pele enrugada?

A outra hipótese que foi confirmada pelos cientistas foi a enrugamento da pele dos cães da Raça Shar- Pei, a cariação que causa enrugamento na pele dos Shar- Pei é a do cromossoma GEMHAS2, cruazando informações aspectos marcantes sobre as raças de cachorros puderam ser identificados, os estudos ainda são preliminares, e ainda deve ser identificada a possibilidade da mesma combinação estar relacionada a doenças de pele que podem aparecer em humanos. 



quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Publicação Super Interessante



Origem Lobo do Mato - Uma Única Espécie
Fonte: super.abril.com.br





Origem SPITZ - "Canídes Familiares"
Fonte:www.super.abril.com.br
Bruno Machado é o autor do artigo da revista Superinteressante publicado no dia 4 de julhos de 2018, no endereço eletrônico da revista da editora abril o artigo faz um resumo das pesquisas realizadas e anotações de criadores  sobre a evolução dos cães, os cães sempre conviveram com o homem mas é somente a partir de determinado momento da história que o homem passou a separar as raças de cachorro segundo suas características, originando as determinações conhecidas até hoje como Pedigree animal.

Uma pesquisa recente comparou características da aparência de cães de raças com determinações do Código Genético dos Animais (DNA), desta maneira hoje é possível identificar os cães de raça pura através de determinação genética, anteriormente isto era feito apenas segundo as características físicas dos animais e comprovações da origem e parentesco.

O Código Genético (DNA) também permite que um animal sem comprovação do parentesco de cão de raça possa ter comprovadas suas semelhanças e características com grupos de raças, aproximando ainda mais mais o parentesco e a possibilidade da aquisição do Pedigree por cães chamados "Vira-Latas" ou SRD (sem raça definida).


A Publicação da Revista Super Interessante

Na Publicação da Revista Super Interessante existe duas ilustrações que contam sobre a origem dos cães, que os pesquisadores chamam de "canides familiares", os cães em geral pertencem ao grupo dos "canídeos", que incluem o lobo e outros animais carnívoros, no entanto  os cães são dotados de inteligência considerada superior que permitiu a convivência destes animais com o homem desde a pré história, considerando estas e outras características os criadores e pesquisadores passaram a identificar os cães que convivem com o homem com a denominação "canides familiares".

A origem dos "canídes familiares" pode estar em duas raízes identificaram as novas pesquisas, a primeira constatação data da idade média quando os pesquisadores identificaram os cães como "canídeos" ou animais carnívoros, que tiveram origem no Lobo do Mato, um animal primitivo que vive em florestas em uma cadeia alimentar .

Em uma segunda constatação os cães são chamados de "canídes familiares" e possuem origem em animais semelhantes a espécies de animais domésticos que convivem com o homem, os pesquisadores identificaram quatro novas origens para os cães, entre estas origens está o Spitz que é um cão que vive no polo norte, acompanha desde tempos remotos grupos de humanos que migram para diferentes localidades do polo norte e mantém traços de uma cultura primitiva, já é comprovada o parentesco destes cães com o Husky Siberiano e a Aquita, que são encontrados no Brasil.


Cruzamento das Raças de Cães e o Clima Tropical
 
As raças Husky Siberiano e Aquita  tiveram diferentes cruzamentos para aguentar o clima tropical, e a principal raça utilizada no cruzamento dos animais que vivem no Brasil é o Poodle, uma espécie originada de animais aquáticos que viveram na França, um dos primeiros animais reconhecidos como raça de cachorro.

Uma outra raça bem popular dos brasileiros são os Dachsund ou Cofape que somente foram identificados como uma raça de cachorro ou animal doméstico no século XIX, a classificação foi considerada tardia para os criadores, isto ocorre porque o Dachsund é um cão que tem uma características difíceis de ser identificada que é o corpo alongado, até o momento os pesquisadores ainda não identificaram esta característica no Código Genético dos animais.

O Darchsund é identificado segundo as cores do grupo marrom figado e preto, o corpo alongado é uma caractrística que pode se apresentar também em raças de "cachorro vira-lata", e é identificado pelo Pedigree pelo parentesco do cachorro, é um cão que convive muito bem com o clima tropical.

sábado, 25 de agosto de 2018

Displasia Coxofemoral




Existem muitas doenças que podem ser causadas nos cachorro por conta de cruzamentos que são feitos com irresponsabilidade, estas anomalias podem ocorrer em cães da mesma raça com maior frequência é o exemplo da Displasia Coxofemoral, principalmente causada em cães de grande porte, é comum os cachorros apresentarem determinadas características que passam de geração para geração, provavelmente pais que apresentavam uma pequena variação no distanciamento da Fêmur com o osso do quadril cruzaram e o filhote nasceu com a anomalia, como este da foto.

A displasia coxofemoral ocorre quando a ponta da fêmur não se encaixa no quadril é comum vermos filhotes que colocam as patas traseiras no chão como um sapinho quando se deitam, mas a displasia se apresenta durante o crescimento do cachorro que não consegue andar, é possível tratar a displasia coxofemoral com fisioterapia e o cachorro consegue andar e ter uma vida normal. 


Outras Anomalias

Além da displasia coxofemoral também existem outras anomalias causadas pelo cruzamento irresponsável e que são comuns aparecerem principalmente em criadores que ficam obcecados por uma raça, existe uma anomalia causada em cachorros de grande porte onde acontece uma redução no aparelho gastroesofágico que causa ânsia e vômitos.

 O albinismo na busca por um cão de cor branca é uma doença genética,  e outras, a terrie de bostom tem um nariz retraída assim como o pequinês pode causar problemas respiratórios, já o POODLE tem um nariz bem empinado que deve ser cuidado, os pelos próximos do nariz devem ser sempre tosados, apesar de não ser uma doença genética acaba sendo uma doença relacionada aos hábitos de vida, alguns POODLES podem até deixar de comer por aspirarem rações de formato muito pequeno.

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